domingo, 24 de dezembro de 2017

Um Santo Natal para Todos


Desejo a todos um Santo Natal, que esta época traga muita Paz e Amor a todos.

Partilho este pequeno vídeo como um contributo para alcançarmos a Paz e o Amor desejados. 

De: Youtube

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Aprendendo uns com os outros


Um dos programas mais dinâmicos e que mais escolas, professores e alunos tem envolvido é o eTwinning, este programa que faz parte do Erasmus+, uma ou mais escolas lançam uma ideia de projeto a que outras escolas podem aderir. Estes projetos são desenvolvidos principalmente em ambiente digital e as tarefas são repartidas pelos alunos das diversas escolas, e estão em todos os níveis de ensino, desde o pré-escolar até ao secundário.

Normalmente todos os anos é fixado pela equipa de gestão do programa uma Temática a ser desenvolvida, mas a partir dai a liberdade para o tipo de abordagem e a temática especifica é definida em cada projeto. 

O vídeo que aqui partilhamos faz-nos a apresentação de um projeto já desenvolvido, o "More Than Toys", aqui se explicam os objetivos do projeto, as competências que foram desenvolvidas, as atividades realizadas e os meios digitais a que se fez recurso, a começar pelo próprio programa usado para o desenvolvimento desta apresentação. 



domingo, 17 de dezembro de 2017

Promover a Cidadania Europeia


A Europa com o fim de desenvolver a cidadania europeia e promover a interculturalidade,  a igualdade, o respeito entre os cidadão e povos desenvolve várias politicas. 

O vídeo que partilhamos apresenta 3 curtas reportagem que abordam algumas destas politicas, na primeira é apresentado o parlamento dos jovens europeus, os seus objetivos, a sua forma de funcionar, e ouvimos alguns desses jovens parlamentares sobre a importância que atribuem a este parlamento para a criação do espírito europeu. 

A segunda reportagem a comissária europeia Androulla Vassiliou fala-nos sobre os objetivos a atingir em 2020 pelos vários sistemas educativos e salienta a formação dos professores, o papel da família, a necessidade do ensino ser ativo e da importância da transmissão de valores.

A terceira reportagem apresenta uma reportagem sobre o programa Erasmus, mostrando-nos as suas diversas facetas a partir do caso da Universidade de Deustos em Espanha.  







segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Uma Educação Europeia, vários Sistemas Educativos?


Sendo que a Comunidade Europeia é constituída por um número bastante significativo de países, de povos e de culturas pensar-se numa Educação Europeia comum é algo que não parece possível, nem a longo prazo, até porque a maior riqueza da Europa é a sua diversidade, é a união destas diversas culturas que faz da Europa um espaço almejado pelos outros povos. 

Esta diversidade, a preservar, não é impeditiva de uma harmonização da Educação na Europa, este caminho já tem vindo a ser percorrido, quer pelas recomendações sobre as Competências Essenciais, quer pelo quadro Europeu de Qualificações, ou ainda programas como o Erasmus+ e não nos podemos esquecer do processo de Bolonha de harmonização do ensino superior.

No vídeo que abaixo partilho o Prof. Denis Poizat apresenta-nos a visão da Europa sobre o tema e também a sua ideia.


  



domingo, 10 de dezembro de 2017

A aula como um jogo ou um jogo como aula

Como podemos ser criativos na preparação das nossas aulas? Como podemos cativar a atenção dos alunos? Como podemos ter um ensino personalizado, um ensino adequado ao ritmo de cada aluno?

Partilho convosco este vídeo onde Paul Andersen, professor de ciências, na TEDxBozeman Montana em 2012 nos apresenta a sua experiência com a utilização de jogos de vídeo, partilha os seus sucessos e nos apresenta as lições que retirou.


A grande resposta para estas questões é ter um ensino ativo, em que o professor se posiciona como um mentor e que se dedique com paixão à sua profissão. 


quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Erasmus Mundus - uma ligação da Europa ao Mundo



Um dos programas que a comunidade europeia desenvolve é o Erasmus Mundus, com ele a comunidade abre as suas portas aos estudantes e professores de todo o mundo, possibilitando que eles não só desenvolvam as competências especificas do curso que estão a fazer mas também que contactem diretamente com a cultura, os valores e os costumes europeus, fomentando o desenvolvimento de uma cidadania mundial baseada no respeito pelos direitos do Homem.     



Por outro lado, o programa também dá a oportunidade aos alunos e professores europeus de irem para outros países fora do espaço europeu, estudar ou lecionar, contactando desta forma com outras culturas e com isso aumentando a consciência cívica de cidadão global, respeitador e valorizador da sua cultura, mas também de uma interculturalidade cada vez mais significativa neste mundo global.  

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

A Comunidade Europeia implementando as suas estratégias de Educação e Formação

A Comunidade Europeia tem uma atenção particular com a Educação e a Formação, pois no seu entender estas são as chaves para a construção de uma verdadeira Europa, de verdadeiros cidadãos Europeus, para isso desenvolve o programa Erasmus de intercâmbio de alunos universitários, o programa Leonardo da Vinci de intercâmbio de formandos, o programa Comenius de cooperação e intercâmbio entre escolas e o programa Grundtvig de segunda oportunidade de escolarização de jovens e adultos.

Estes programas para além das competências essenciais promovem a consciencialização europeia, a construção de uma cidadania europeia e de uma cultura europeia, que respeita e valoriza as culturas nacionais e regionais. O vídeo que partilhamos dá-nos a conhecer um pouco melhor os objetivos destes programas.   




sábado, 2 de dezembro de 2017

A mudança na comunicação e a repercussão na sociedade

A comunicação tem estado numa constante e profunda mudança desde a última década do Sec. XX devendo-se esta transformação ao desenvolvimento do computador. Este ao se tornar acessível a uma grande quantidade de pessoas de todos os continentes potenciou um crescimento exponencial do conhecimento, possibilitou que novas formas de circulação da comunicação, como é o caso da Internet, se generalizassem e consequentemente a informação passou ser em maior quantidade e a estar mais disponível.  
Pierre Lévy, um dos mais reconhecidos pensadores da atualidade fala-nos sobre esta transformação.   





quinta-feira, 30 de novembro de 2017


A Finlândia  continua na vanguarda da inovação escolar, eles tem coragem para romper com os velhos paradigmas, e nós quando é que ousamos dar este passo?



A inovação curricular na Finlândia 


domingo, 26 de novembro de 2017

Sistemas Educativos - para onde vamos

Os atuais sistemas educativos estão a ser constantemente questionados, pelos alunos que não percebem porque tem de aprender aqueles conteúdos, pelos professores que não percebem a evolução do sistema e porque os alunos não estão interessados em aprender, pela escola que não percebe que tem de vivenciar o contexto onde se insere, pelos decisores políticos que estão focados principalmente nos custos do sistema e na prestação de contas que tem de fazer ao eleitorado e pela sociedade civil que por um lado questiona porque o sistema não evolui de forma a acompanha-la e por outro lado questiona e coloca em causa todas as propostas de evolução. 

Esta situação deve-se ao facto de estarmos numa mudança de era civilizacional, saindo da era moderna e iniciando a era digital, a era da cibercultura. Os sistemas atuais, os decisores, os professores e a sociedade estão maioritariamente ainda na era moderna, mas os alunos e uma boa parte da sociedade já está na era da cibercultura, assim temos aquilo que podemos designar por um choque de paradigmas que é gerador de conflitos constantes, que irão diminuindo com o avançar do tempo e com o consequente incremento de pessoas nascidas e formadas nesta nova era.

Temos assim, sistemas educativos pensados e organizados na era moderna, baseados em 3 vetores, o da seletividade, o da homogeneidade e o da funcionalidade. Os diversos sistemas não se baseiam todos no mesmo vetor, por exemplo, o sistema germânico valoriza o vetor da funcionalidade por forma garantir a interligação ao sistema económico, o sistema escandinavo valoriza o vetor da seletividade por forma a propiciar uma escola com iguais oportunidade para todos, que privilegia o desenvolvimento e a felicidade da criança, o sistema anglo-saxónico que se centra no desenvolvimento da criança e que para tal advoga um ensino individualizado e com percursos flexíveis e o sistema do tipo latino-mediterrânico que se foca no vetor da homogeneidade, fundado em normativos, com um tronco comum, mais ou menos extenso, onde gravitam à sua volta diversas opções de percursos, mais ou menos complexos.

Deste modo, são as respostas do mundo passado, com os seus paradigmas, que estão a ser operacionalizadas e não as respostas para o novo mundo, para os novos paradigmas, que temos pela frente. Há que olhar para o futuro e identificar o que é que vai ser valorizado,
Figueiredo (2016) diz-nos que "Neste novo mundo, onde todos competem com todos, sem fronteiras, a capacidade de cada um para criar valor, com empenho e iniciativa, passou a ser um fator crítico de sucesso." Deverá ser este então o caminho que os sistemas educativos tem de seguir, sistemas que se foquem no desenvolvimento de competências dos alunos que lhes possibilitem criar valor, terem iniciativa e serem empenhados.

Para tal, o novo sistema educativo tem de se apropriar das tecnologias digitais, entrar na era da cibercultura, está apropriação não visa a mera introdução do digital nos métodos e técnicas pedagógicos usados, visa sim o desenvolvimento de novos métodos e de novas técnicas onde o virtual está integrado, a utilização do espaço virtual informal como um meio de aprendizagem, o estabelecimento de novos canais de comunicação entre a escola, os pais e encarregados de educação, os professores, os alunos e acrescentaria aqui os cientistas e as universidades como produtoras de conhecimento, as bibliotecas e os museus como guardiões do conhecimento, outras escolas da sua região e do seu país, mas também escolas de outros países possibilitando e potenciado a comunicação, a interação, a troca de costumes, saberes e valores de forma a desenvolver a interculturalidade com o objetivo de formar pessoas tolerantes, respeitadoras das diversidades, dinâmicas, criativas e empenhadas. 

No entanto, para que o sistema funcione temos que encarar de igual forma e com iguais princípios a formação de professores e de outros profissionais ligados à escola e ao sistema educativo, pois se eles não forem dotados de competências nestas áreas dificilmente conseguiram desenvolve-las nos alunos ou pensar um sistema que seja facilitador deste desenvolvimento.

A escola desta forma, mantendo-se nas suas fronteiras físicas liberta-se delas, e torna-se numa escola global.   


Imagens da internet

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Uma das pessoas com mais propriedade para falar sobre inovação na Educação é o professor José Pacheco, ouvi-lo é sempre um criar de novas oportunidades para mudarmos, para inovarmos, para sermos cada vez mais competentes como professores. Neste vídeo José Pacheco fala-nos centrando-se na realidade brasileira, mas creio que o mesmo se passa em Portugal. 

 

domingo, 19 de novembro de 2017

O que é a cibercultura? O que é a inteligência coletiva? 

Vejamos o que nos fiz Pierre Levy, filosofo francês e se tem dedicado à investigação destes conceitos.


quinta-feira, 16 de novembro de 2017

quarta-feira, 15 de novembro de 2017


" O bom professor do século XXI assumirá, seguramente, para além das muitas e valiosas funções que tem vindo a desempenhar ao longo dos tempos, a nobre função de se transformar num agente chave de transformação cultural"
António Dias de Figueiredo (2016)

domingo, 5 de novembro de 2017

Ferramentas do presente para o ensino do futuro


Uma das chaves para o sucesso da aprendizagem ao longo de toda a vida, seja ela formal ou informal, é ser um ensino e aprendizagem de vanguarda, ou seja, um ensino que recorre não só aos métodos e técnicas tradicionais mas um ensino e uma aprendizagem que se utiliza as últimas tecnologias ao seu dispor, que faz delas a sua principal sustentação.    

Assim todo o potencial do mundo digital deve ser trazido para a aprendizagem, e uma ferramenta como a internet é com certeza uma das mais úteis, poderosas, interativas, moldáveis, adaptáveis, colaborativas e prazeirosas que temos ao nosso dispor.

Com ela nós facilmente centramos a aprendizagem no aluno, vamos ao encontro dos gostos e interesses do aluno e ao mesmo tempo que desenvolvemos no aluno todas as competências (pesquisar, analisar, refletir criticamente, produzir textos reflexivos...) que ele necessita para o seu presente e futuro.

No entanto, cabe ao professor, no papel de facilitador, dinamizador e orientador destas aprendizagens levar os seus alunos a explorar todas as potencialidades desta ferramenta de forma correta. O professor tem de encarar este potencial como uma ferramenta pedagógica, até mesmo como uma nova pedagogia e não como algo que lhe é imposto, algo que utiliza como um recurso do passado. Para que tal aconteça é necessário que o próprio professor adquira competências nesta área, para tal é necessário que a formação que que lhe é disponibilizada incorpore estas competências, por exemplo, sendo toda desenvolvida em ambiente de internet ou ambiente misto (presencial e internet).

Deixo-vos com o Prof. Pedro Demo, autor brasileiro que aprecio muito e especialista nesta área. 


sábado, 4 de novembro de 2017

Do nascimento até à morte: Aprender, aprender, aprender

Voltando à questão do desafio que a educação enfrenta na preparação de crianças e jovens para a sociedade do amanhã, a atual sociedade, recorrendo à imaginação humana, deve ser capaz de antecipar as novas tecnologias, na sequência do que Delors (1996) expôs. Se, por exemplo, regressar-mos à obra literária de Júlio Verne, encontraremos imensos exemplo de como a imaginação humana foi capaz de antecipar o futuro, pelo que estou certo de que continuaremos a ter sucesso nesta tarefa.

Mas para se conseguir está visão do futuro, o homem tem de estar cada vez mais preparado, mais formado, com mais amplas e aprofundadas competências, para isso a educação tem de deixar de estar ligada às crianças e jovens e a formação aos adultos, o sistema tem de se unificar tornando-se numa verdadeira educação ao longo de toda a vida, uma educação não para crianças, jovens e adultos mas sim uma educação para o homem desde que nasce até que morre. Como Delors (1996) refere a sociedade tem de ser "Uma sociedade educativa". Nesta nova sociedade cada vez mais a educação formal e informal se interligam, em que esta última é devidamente valorizada, creditada, reconhecida e acarinhada, pois, por exemplo, é neste âmbito que o "pilar Aprender a fazer" encontra um grande suporte.      

De igual modo, os pilares "Aprender a ser" e Aprender a viver juntos" são largamente influenciados pela aprendizagem informal, pois nós vivemos com os outros diariamente, nós diariamente vivemos com o nosso ser, enfrentando as nossas angustias, medos, receios, derrotas, mas igualmente as nossas alegrias, vitórias, conquistas e sucessos o que nos leva a uma aprendizagem constante. 

Temos igualmente que olhar para o tipo de oferta da educação formal (inicial ou continua), ela tem que ser repensada na lógica de uma ser uma parte de um processo de educação e não, como atualmente acontece na maior parte dos países e respetivos sistemas educativos, em ser todo o processo.  




quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Uma ideia para o ensino que nos prepara para o futuro

Para uma escola que se quer capaz de responder aos desafios futuros e que para tal forma jovens criativos, com iniciativa, engenhosos, inovadores, dinâmicos, respeitadores dos valores humanos e sociais temos que ter uma escola que rompa com o modelo em voga e se funde em novos elementos, que de forma breve elenco a seguir: 
- o centro do processo educativo é a criança;
- o processo educativo baseia-se na experimentação, na descoberta;
- o ensino foca-se em fazer que a criança aprenda a aprender;
- o ensino não está fechado na sala de aula, ele explora a natureza, o meio urbano, os meios físicos e digitais e os saberes e competências acumulados pelas gerações mais velhas; 

- o amor é o sentimento central no processo e dele emanam todos os outros sentimentos e valores, tais como o respeito, a tolerância, a partilha, a ajuda, a compreensão, a igualdade, a democracia;
- a família é um elemento chave da aprendizagem da criança e do jovem e como tal, a sua participação na escola tem que ser efetiva, tem de ser integrada no processo de ensino e aprendizagem.
É desta forma que o Liceu Nacional de São Tomé e Príncipe nos recebe.
 

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Educação - Olhando o passado e rumando ao futuro

A escola presente está fundada em princípios que remontam aos finais do século XIX, inicio do século XX onde autores como Taylor, Fayol ou Ford lançaram as bases do sistema organizacional vigente, centrado na produção, tendo como último objetivo o produto. Este sistema colocava o homem como um elemento de uma linha de produção, como elemento reprodutor de uma ação. Esta ação era estudada nos mais ínfimos pormenores por forma a que o homem que a executa-se fosse o mais perfeito e rápido possível.
Estes princípios enraizaram-se de tal forma na educação, que passado um século eles ainda se mantém presentes, apesar de movimentos reformista, diria mesmo revolucionários, como o movimento Escola Nova. Mais interessante ainda é que estes sistemas organizacionais foram praticamente abandonados pelas organizações empresariais que os criaram.
A realidade presente e futura alicerça-se em tecnologias, digitais ou outras, que estão em constante evolução, que vivem em permanente mudança, que fazem da inovação o seu eixo orientador.

Ora, a escola do presente e do futuro, para poder desempenhar o seu papel de preparar as novas gerações para a sua vida futura, tem de assumir como suas as características que a sociedade apresenta, e preparar, capacitar, ensinar os jovens de hoje e de amanhã a serem inovadores, dinâmicos, com capacidade de adaptação, inventivos, engenhosos e respeitadores de valores como a democracia, a liberdade, o respeito e o amor.


Fotos da internet

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Sempre que passo junto da Escola Patrice Lumumba em São Tomé e vejo esta frase fico a meditar sobre os livros que não li, as paisagens que não vou ver...